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terça-feira, 1 de maio de 2012

Brincar de correr

"O poema na parede do trem
ó que coisa gloriosa, cultura transportada aos quatro cantos
nem tudo que reluz é ouro, as chuvas desgastam a imagem na parede
alguém percebeu alguma mudança? que dera alimentar-se de luz
mas a luz se apaga e o ouro se vai
a escuridão aconchega o velho nem tão sábio
com as barbas de molho a espera do apocalipse
rogai por nós majestade...
o perdão vem de forma cética... depois do sofrimento com a já pune consequência..."

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